MOSCA DA SOPA
Vou olhar os caminhos, o que tiver mais coração, EU SIGO!
domingo, 29 de julho de 2012
Be back
Sexta-feira, 27 de julho de 2012. 20:56
Ao fundo: Ney Matogrosso – “Viajante”
Tarefa cumprida. Nada se compara a essa sensação! Como é bom livrar-se do peso que as costas carregavam.
Depois de uma longa e difícil noite chegou o esperado e suado dia!
Mistura de sentimentos, ou melhor, ausência deles. É o grito de “Socorro” que retorna.
Diria que acordei completa, não fosse o fato de ter perdido o que restavam das minhas unhas.
Calma e decidida! Estranho. “A emoção acabou”.
Esta noite entre unhas roídas, sentimentos acabados e pensamentos soltos: a decisão.
Largarei meu egoísmo e tentarei pensar mais nas pessoas que me amam, nos conselhos, nas dicas, nos medos.
Iniciarei o planejamento concreto do meu futuro, com linhas certas. Chega de caminhos tortos e espinhosos.
“E sonho esse sonho
que se estende
em rua, em rua
em rua
em vão.”
Lúcia Villares, "Papos de anjo"
Descobri que minha alma precisa de liberdade para se tornar criativa. Nunca estou feliz completamente, sempre tem alguma coisa que me atormenta...
vai continuar... LOGO
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Meia noite, meia luz
Não sei por onde começar, não sei mesmo. Eu já nem sei mais o que é meio, o que é início e o que é fim. Eu já não sei mais o ano, o dia, o mes. Não sei o que é certo, o que é errado. Não sei se sigo reto ou se viro pro lado. Perdi a noção. Não sei se sou a única ou se acompanho um batalhão. Ir ou ficar? Não sei. Parar ou correr? Não sei. Ser ou não ser? Morrer, nascer? Chorar, sorrir? Mentir?
O frango é amigo do pato? Abstrato?
Qual é o elo da razão? Um pais aonde crianças precisam beber garapa, vejo luxo e ostentação.
Bia? Esquizofrebia!
Coração? Feijão? Paixão!
Medo? Amanhã cedo!
Dormir? Fugir!
Sonhar? Viajar!
Demônios? Hormônios!
Desejo? Pastel de queijo
Dia? NOITE!
O frango é amigo do pato? Abstrato?
Qual é o elo da razão? Um pais aonde crianças precisam beber garapa, vejo luxo e ostentação.
Bia? Esquizofrebia!
Coração? Feijão? Paixão!
Medo? Amanhã cedo!
Dormir? Fugir!
Sonhar? Viajar!
Demônios? Hormônios!
Desejo? Pastel de queijo
Dia? NOITE!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Brincando de rima com a realidade
Estamos todos cansados esqueceram de nos perguntar
Ha mudanças em todos os lados aonde posso me aconchegar?
Segurança atras das grades, a policia eh o ladrão
Crianças não brincam na escola, choram a falta de união
Estamos todos doentes, esqueceram de nos medicar
`Ta` tudo perdendo o acento, querem nos `aportuguezar`
Engolindo o lixo virtual, cegos na hora de selecionar
Ate a geracao coca-cola esta com medo do Muamar.
Vamos la ONU esta na hora de perder o medo
Não se pode desperdiçar essa mão cheia de dedos (Viva Palestina)
Preferimos fechar os olhos diante da nossa nação
Eh pai, filho, espirito santo unidos na corrupção
Pacificação-
Olha que coisa mais linda terminamos sem a taca na mão
o bolso cheio de furos
e o lucro para o dono do bolão!
Ha mudanças em todos os lados aonde posso me aconchegar?
Segurança atras das grades, a policia eh o ladrão
Crianças não brincam na escola, choram a falta de união
Estamos todos doentes, esqueceram de nos medicar
`Ta` tudo perdendo o acento, querem nos `aportuguezar`
Engolindo o lixo virtual, cegos na hora de selecionar
Ate a geracao coca-cola esta com medo do Muamar.
Vamos la ONU esta na hora de perder o medo
Não se pode desperdiçar essa mão cheia de dedos (Viva Palestina)
Preferimos fechar os olhos diante da nossa nação
Eh pai, filho, espirito santo unidos na corrupção
Pacificação-
Olha que coisa mais linda terminamos sem a taca na mão
o bolso cheio de furos
e o lucro para o dono do bolão!
Duvidas?
Nao gosto de me sentir frágil, vulnerável a situações, mas hoje me deparo com uma dessas, que quebra expectativas, planos, sonhos.
Sinto-me frágil!
Com o telefone na mão, meia luz acesa, papel e caneta e a vontade de escrever (sim, ela voltou depois de algum tempo).
Silencio!
Pela janela do quarto contemplo a lua, que assim como meu coração esta cheia. Cheios de silencio.
Surpresas!
Estou cansada. Pobre do meu peito que em qualquer momento explodira e meu coração machucado, ferido, apunhalado finalmente voara. Quero fugir dessas situações que estão me corroendo ultimamente, como posso fazer?
Tudo estava como nos meus sonhos e de repente estou no passado, presente e futuro ao mesmo tempo, como isso é possível?
Sinto a dor do ontem, o desejo de fuga do hoje e o medo do amanha. Por quê? Ha tempos sem isso. Por que voltaram?
Tento buscar meus estilhaços mais uma vez, mas ao junta-los sempre ha cacos que não voltam para o mesmo lugar!
E fico bagunçada e com duvidas. Sera que vale a pena junta-los mais uma vez? Não esta na hora de deixa-los separados por um tempo?
Às vezes é importante dar-los tempo para que depois possa molda-los da maneira correta - mais tarde.
é certo permitir-se tantos caos, cicatrizas?
SUMIR!
é o que mais desejo. Fugir dos sentimentos, das pessoas, dos sonhos em vão.
Tenho agora como melodia os pernilongos, doce e suave melodia. A minha festa.
Na mão o numero de telefone discado e `rediscado`, mas jamais chamado.
Na mente a esperança de que dará tudo certo, de que a viagem sera tranquila. Viagem que não é a minha.
INTERROGAÇÕES!
é egoismo? ate aonde vai?
Cade meu grande e sabido orgulho? Aonde se escondeu? A brincadeira de pic-esconde não tem mais graça.
Rodeada de sensações e energias doces, absorvida por pensamentos salobres. Equilíbrio? (por favor, apareça).
Os olhos cansados teimam em seguir o ritmo alucinado do coração, babacas.
Fim?
Quando é o fim?
O que é a liberdade? Quanto custa? Onde começa a tua e termina a minha?
Sinto-me frágil!
Com o telefone na mão, meia luz acesa, papel e caneta e a vontade de escrever (sim, ela voltou depois de algum tempo).
Silencio!
Pela janela do quarto contemplo a lua, que assim como meu coração esta cheia. Cheios de silencio.
Surpresas!
Estou cansada. Pobre do meu peito que em qualquer momento explodira e meu coração machucado, ferido, apunhalado finalmente voara. Quero fugir dessas situações que estão me corroendo ultimamente, como posso fazer?
Tudo estava como nos meus sonhos e de repente estou no passado, presente e futuro ao mesmo tempo, como isso é possível?
Sinto a dor do ontem, o desejo de fuga do hoje e o medo do amanha. Por quê? Ha tempos sem isso. Por que voltaram?
Tento buscar meus estilhaços mais uma vez, mas ao junta-los sempre ha cacos que não voltam para o mesmo lugar!
E fico bagunçada e com duvidas. Sera que vale a pena junta-los mais uma vez? Não esta na hora de deixa-los separados por um tempo?
Às vezes é importante dar-los tempo para que depois possa molda-los da maneira correta - mais tarde.
é certo permitir-se tantos caos, cicatrizas?
SUMIR!
é o que mais desejo. Fugir dos sentimentos, das pessoas, dos sonhos em vão.
Tenho agora como melodia os pernilongos, doce e suave melodia. A minha festa.
Na mão o numero de telefone discado e `rediscado`, mas jamais chamado.
Na mente a esperança de que dará tudo certo, de que a viagem sera tranquila. Viagem que não é a minha.
INTERROGAÇÕES!
é egoismo? ate aonde vai?
Cade meu grande e sabido orgulho? Aonde se escondeu? A brincadeira de pic-esconde não tem mais graça.
Rodeada de sensações e energias doces, absorvida por pensamentos salobres. Equilíbrio? (por favor, apareça).
Os olhos cansados teimam em seguir o ritmo alucinado do coração, babacas.
Fim?
Quando é o fim?
O que é a liberdade? Quanto custa? Onde começa a tua e termina a minha?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A festa acabou?
Era tudo tão fascinante. Dedos cruzados e movimentação de madeira eram indicativos de que algo bom aconteceria. Passávamos a semana repassando frases batidas, “a ponte quebrou”.
- Esse ano você será o meu par, mas tem que dançar bem direitinho (desde pequenas meninas tem esse poder).
“Olha a chuva”.
Na escola notava-se a agitação de todos. Alguns preparavam bandeirinhas, outros caprichavam no correio elegante e a nossa função era simplesmente complexa. Ensaiávamos exaustivamente reinventando a canção antiga.
No final do dia a diretora chegava na sala de aula e entregava números de rifas, os quais nos enchiam de satisfação e responsabilidade. Quem fosse o primeiro a vender os 5 números seria coroado.
Meu caminho era certo. Passo na Nona e no Nono e já tenho menos 2 números, atravesso a rua e minha tia compra mais dois, chego em casa e o único número que restava leva meu nome, em letras de forma, e a esperança de ganhar a bicicleta doada por alguma fábrica de móveis da cidade.
À noite, em casa, ouvia várias vezes que vender 5 números já era o suficiente.
Amanhã é o último dia para ensaiar e a noite seguinte será longa.
- Bia, pare quieta – insistia minha irmã. Laços no cabelo, roupa colorida e pintinhas no rosto. Não me importava se ficaria toda borrada, só queria chegar o mais rápido possível.
E a noite corria. O colorido brincava de rodopiar com ar frio e cumprimentava o público. As fitas antes nos cabelos, agora enfeitam a bolsa da minha mãe. E de repente, a festa acabava. A alegria aparecia nos sonhos, ansiosos pelo ano seguinte.
Enxerguei naquela noite uma chance de retornar à infância. Mesmo cansada e com uma vontade gigante de ficar em casa trajei-me de nostalgia e fui. A movimentação ainda é a mesma, a madeira empilhada também. Mas a mudança é visível, iniciando por mim, que de acompanhada passei a acompanhante. Mantive-me presa à minha mãe tentando esconder a insatisfação de não encontrar rostos conhecidos (é mano velho, você passa e desfaz laços tidos como indestrutíveis).
No som o pedido para que algumas pessoas abram caminho, que a moda vai iniciar. Ansiosa acompanho todos os passos tentando me reencontrar em alguma daquelas crianças. O primeiro grupo passou e nada de semelhante ao passado e a mim. Foram mais três apresentações e mais uma vez testei a paciência da minha mãe, enchendo-a de interrogações saudosas e indignadas.
A noite passou e levou junto alguns copos de quentão, algumas varetas de “xixo” e o desejo de pescar um peixe em pacotinho. A sogra não apareceu, a ponte não quebrou, nem sequer pingos de chuva foram vistos. A bicicleta foi substituída por um DVD e as meninas não precisam mais de meninos, elas dançam sozinhas. O vestido colorido, listrado, florido deu lugar a uma camisa xadrez, que tem o poder de deixar o umbigo respirar. Os meninos quando aparecem fazem questão de mostrar uma garrafa de bebida alcoólica e carregar algo exibicionista. Senti medo de estar me tornando uma chata e transformando o simples em complexo. Voltar no tempo pode ser difícil e frustrante.
Saudade de quando pintar o dente de preto era ousado!
Bia, por que está tão quieta? – insistiu minha irmã.
- Esse ano você será o meu par, mas tem que dançar bem direitinho (desde pequenas meninas tem esse poder).
“Olha a chuva”.
Na escola notava-se a agitação de todos. Alguns preparavam bandeirinhas, outros caprichavam no correio elegante e a nossa função era simplesmente complexa. Ensaiávamos exaustivamente reinventando a canção antiga.
No final do dia a diretora chegava na sala de aula e entregava números de rifas, os quais nos enchiam de satisfação e responsabilidade. Quem fosse o primeiro a vender os 5 números seria coroado.
Meu caminho era certo. Passo na Nona e no Nono e já tenho menos 2 números, atravesso a rua e minha tia compra mais dois, chego em casa e o único número que restava leva meu nome, em letras de forma, e a esperança de ganhar a bicicleta doada por alguma fábrica de móveis da cidade.
À noite, em casa, ouvia várias vezes que vender 5 números já era o suficiente.
Amanhã é o último dia para ensaiar e a noite seguinte será longa.
- Bia, pare quieta – insistia minha irmã. Laços no cabelo, roupa colorida e pintinhas no rosto. Não me importava se ficaria toda borrada, só queria chegar o mais rápido possível.
E a noite corria. O colorido brincava de rodopiar com ar frio e cumprimentava o público. As fitas antes nos cabelos, agora enfeitam a bolsa da minha mãe. E de repente, a festa acabava. A alegria aparecia nos sonhos, ansiosos pelo ano seguinte.
Enxerguei naquela noite uma chance de retornar à infância. Mesmo cansada e com uma vontade gigante de ficar em casa trajei-me de nostalgia e fui. A movimentação ainda é a mesma, a madeira empilhada também. Mas a mudança é visível, iniciando por mim, que de acompanhada passei a acompanhante. Mantive-me presa à minha mãe tentando esconder a insatisfação de não encontrar rostos conhecidos (é mano velho, você passa e desfaz laços tidos como indestrutíveis).
No som o pedido para que algumas pessoas abram caminho, que a moda vai iniciar. Ansiosa acompanho todos os passos tentando me reencontrar em alguma daquelas crianças. O primeiro grupo passou e nada de semelhante ao passado e a mim. Foram mais três apresentações e mais uma vez testei a paciência da minha mãe, enchendo-a de interrogações saudosas e indignadas.
A noite passou e levou junto alguns copos de quentão, algumas varetas de “xixo” e o desejo de pescar um peixe em pacotinho. A sogra não apareceu, a ponte não quebrou, nem sequer pingos de chuva foram vistos. A bicicleta foi substituída por um DVD e as meninas não precisam mais de meninos, elas dançam sozinhas. O vestido colorido, listrado, florido deu lugar a uma camisa xadrez, que tem o poder de deixar o umbigo respirar. Os meninos quando aparecem fazem questão de mostrar uma garrafa de bebida alcoólica e carregar algo exibicionista. Senti medo de estar me tornando uma chata e transformando o simples em complexo. Voltar no tempo pode ser difícil e frustrante.
Saudade de quando pintar o dente de preto era ousado!
Bia, por que está tão quieta? – insistiu minha irmã.
terça-feira, 3 de maio de 2011
fail
Depois de descobrir que as malditas prestações existem meu dinheiro nem me diz mais oi!
Como é horrível gostar de presentear os outros =P
pronto, chorei! RÁ!
Como é horrível gostar de presentear os outros =P
pronto, chorei! RÁ!
quarta-feira, 16 de março de 2011
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