quinta-feira, 7 de maio de 2009

100? Não, 19

"Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança

Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito...

De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás"


Não sei, ao certo, o que sinto. Tento exprimir esse sentimento como saudade, mas essa não é a palavra certa. Estou segura!
Para onde fujo, o encontro de braços abertos, me esperando.
Encontro pessoas, olho fundo, viajo, aproveito, canto, danço, estudo, leio. E, no final, quem me espera...
Quero o meu, tão desejado, silêncio. Quero compreensão. Nem sempre se vê felicidade em um sorriso. As horas mais esperadas do dia... O fim de noite, meu quarto, um livro, papel e uma caneta, meu alento.
"No escuro eu vejo o infinito..." e faço dele o futuro que sonho, sonhava.


Estou chata, cansada, fazendo coisas que não deveria.
Ferindo quem não merece.
"Sorri...Quando a dor te torturar. E a saudade atormentar. Os teus dias tristonhos, vazios." (Chaplin)


"Temos a semana inteira pela frente. Você me conta como foi seu dia, E a gente diz um p'ro outro:- Estou com sono, vamos dormir!"

Boa Noite, obrigada por existir!

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