Quanto mais caminho mais vejo coisas a serem vistas e revistas. Quem diria que sexta-feira a noite seria um ótimo dia e horário para ouvir fado. Lisboa aguarde-me. Quero deglutir todos os da Katia Guerreiro. Pobre de mim, imaginando meu fim.
Os drinks, onde estão? Rápida absorção é disso que preciso. E a próxima, amanhã, pode ser? Não esqueça que o dia é longo. Vamos até a sexta dimensão?
Boxe, banho, café da manhã, jornal. Sono, almoço, histologia, seminário de pato. Morangos mofados chegam ao fim pela terceira vez.
Quero fazer tudo novamente, a livraria, a conversa e é claro o fado. Podemos?
Já coloquei tudo no lixo, fim. Tô limpinha.
Suspeita de gripe A, elevador caindo que mal falta me acontecer? Ai, ai, ai.
Amei, ponto final.
E os sonhos, esses malaucos começaram a cair do céu feito chuva.
"Na foz
Revolta
Fecho os olhos penso em ti
Tão perto
Que desperto
Há uma alma à minha frente tão quente,
Beijando
Por certo que és tu."
Prefiro com a Mariza.
Prazer, Bia.
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